Artigo Científico O Efeito do Microagulhamento em Cicatrizes de Acne: Revisão de Literatura

O Efeito do Microagulhamento em Cicatrizes de Acne: Revisão de Literatura. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento.

O Efeito do Microagulhamento em Cicatrizes de Acne: Revisão de Literatura. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento.

PAULA, Maria Carolina de; NASCIMENTO, Quézia Macedo; GRIGNOLI, Laura Cristina Marretto Esquisatto. O Efeito do Microagulhamento em Cicatrizes de Acne: Revisão de Literatura. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 01, Vol. 01, pp. 129-139, Janeiro 2018. ISSN: 2448-0959

RESUMO

Introdução: A acne é uma doença de pele comum em adolescentes e adultos jovens, podendo resultar em cicatrizes, dependendo da gravidade, que levam a problemas estéticos e psicológicos. O microagulhamento tem sido uma técnica praticamente indolor e de tecnologia minimamente invasiva. Composto por um sistema de microagulhas, quando aplicado sobre pele gera múltiplas micropunturas longas o suficiente para atingir a derme e desencadear, com o sangramento, estímulo inflamatório que resultaria na produção de colágeno, assim melhorando a qualidade da cicatriz e construção do tecido cicatricial ao nível da pele normal, preservando assim a epiderme. O objetivo deste estudo foi realizar uma revisão de literatura sobre o efeito que o microagulhamento promove na cicatriz de acne. Metodologia: Para realização do presente estudo, buscou-se artigos científicos e livros datados a partir de 2007, nas bases de dados do site Scielo, Google acadêmico, no período de março a agosto de 2017, usando como palavras chaves: microagulhamento, cicatriz, acne. Conclusão: De acordo com as pesquisas realizadas o microagulhamento promove uma melhora na textura da pele e tem efeitos positivos na cicatriz de acne.

Palavras-Chave: Microagulhamento, Cicatriz, Acne.

INTRODUÇÃO

A pele, o maior órgão do corpo humano, apresenta diversas funções, como, sensoriais, controle de temperatura, captação e eliminação de substâncias químicas, absorção de radiações ultravioletas, síntese de vitamina D e estéticas. É constituída pela epideme, derme e hipoderme, podendo apresentar disfunções estéticas como por exemplo, a acne vulgar (RIBEIRO, 2010).

A acne vulgar é uma doença inflamatória crônica comum ao folículo pilosebáceo, que acomete mais adolescentes na faixa etária entre 14 a 19 anos. É uma doença multifatorial caracterizada por lesões inflamadas, como, pústulas, pápulas, cistos, nódulos e lesões não inflamadas, como os comedões (RIBEIRO, 2010).

A inflamação pode ser intensificada pela ruptura do folículo, com subsequente escape do conteúdo da glândula sebácea na derme. Pode-se assim formar cistos, nódulos e fístulas que são responsáveis pelos quadros de acne nódulo-cística e conglobata, podendo levar à formação de cicatrizes persistentes (RIBEIRO, 2010).

Existem diversos tratamentos, entre eles o microagulhamento, cuja técnica é realizada através de um roller contendo micro agulhas, que perfuram a pele superficialmente criando múltiplos micro-canais, afim de estimular a derme a fazer a renovação do colágeno e angiogênese, assim espera-se uma melhora no quadro, isto geralmente um mês após a primeira sessão (EVANGELISTA, 2013).

As micro agulhas estimulam a cicatrização natural da derme, não removendo a epiderme saudável (EVANGELISTA, 2013). Após a aplicação da técnica de microagulhamento surgem várias microlesões, sangramento, edema na área tratada e homeostasia imediata. O grau dessas reações depende do comprimento da agulha que foi utilizado no procedimento (LIMA; LIMA; TAKANO, 2013).

As vantagens do microagulhamento são estimulação de colágeno sem que haja efeitos ablativos na pele; cicatrização saudável e em pouco tempo e seu baixo custo comparado a tratamentos de alta tecnologia. Já as desvantagens estão relacionadas com a capacitação do profissional e a sensação dolorosa na aplicação (LIMA; SOUZA; GRIGNOLI, 2015).

OBJETIVO

O presente estudo teve como objetivo investigar os efeitos do microagulhamento no tratamento da cicatriz de acne.

METODOLOGIA

Este trabalho teve aprovação do Comitê de Ética e Mérito Científico da UNIARARAS sob parecer n. 098/2017. Foram pesquisados livros disponíveis no acervo da UNIARARAS e artigos na base de dados do site Scielo, Google acadêmico, usando como palavras chaves: microagulhamento, cicatriz, acne com data de publicação no período entre 2007 a 2017.

REVISÃO DE LITERATURA

A acne vulgar é uma doença inflamatória crônica multifatorial e desencadeada no folículo pilossebáceo. Sua manifestação decorre de uma ação hormonal, e pode ser agravado por medicamentos, stress e uma alimentação não balanceada (DEUSCHLE, 2015). Atualmente a acne atinge mais de 80% dos adolescentes. As lesões inflamatórias podem gerar cicatrizes, o que afeta em torno de 95% dos pacientes, gerando problemas psicológicos para o mesmo (FREITAS, 2016).

A acne geralmente acomete os adolescentes, principalmente meninos em decorrência da produção hormonal de testosterona. No sexo feminino, a acne é mais controlada, porém perdura por muito mais tempo (PRESTON, 2007). A acne acomete principalmente o rosto e o tórax visto que são regiões do corpo onde há maior concentração pilosebáceas (CORREA, 2010).

Os principais fatores que causam a patogênese da acne são a produção de sebo pelas glândulas sebáceas, pois o aumento da produção de sebo ocasiona o aumento da secreção sebácea e isso define o grau da acne. A hiperqueratinização folicular, pois os microcomedões são causados através do processo de comedogênese, que é o principal fator de desenvolvimento da acne. E a colonização da bactéria no folículo, o aumento da produção de sebo provoca o aumento da proliferação de bactérias. (CORREA, 2010).

Na acne as lesões são divididas em não inflamatórias que é formada por comedões fechados e abertos e as lesões inflamatórias que são compostas por pústulas, cistos, nódulos e pápulas (MONTEIRO, 2011). O diagnostico da acne varia com o tipo de lesão, ao qual é classificada em quatro graus sendo o primeiro sem inflamação e o último o mais grave, podendo ser composta de cicatrizes, manchas e até mesmo alterações na superfície da pele (DEUSCHLE, 2015).

Cicatriz é a parte do processo natural e biológico da cura, após um ferimento na pele. Assim pode-se definir cicatriz como áreas de tecido fibroso que se forma ao longo do processo de cicatrização e que substitui os tecidos normais lesados. Há diversos fatores que influenciam o aspecto da cicatriz, entre esses fatores: a genética, o local da ferida, a idade da pessoa, o uso de medicamentos, estado nutricional e outros (MONTEIRO, 2017).

A cicatriz de acne é ocasionada pela demora do indivíduo em procurar um tratamento, podendo assim ser classificada em elevadas (hipertróficas e queloideanas) e atróficas ou deprimidas (distensíveis e não distensíveis). As distensíveis são divididas em retráteis e onduladas, enquanto as não distensíveis podem ainda ser classificadas em superficiais, médias e profundas (ice-picks) e túneis (FREITAS, 2016).

A cicatriz de acne é resultante da perda do tecido ou do aumento da proliferação tecidual. A cicatriz atrófica é causada pela perda de colágeno que ocorre no processo inflamatório da acne (SANTANA, et al, 2016).

Todas as cicatrizes trazem consequências psíquicas, visto que podem atingir a autoestima e causar dor física ao movimentar a área afetada. Na acne também são encontradas cicatrizes que podem ter formas e tamanhos variados, porém há dois tipos em especial a atrófica, quando há perda de tecido e a hipertrófica, quando há ganho de colágeno. As cicatrizes hipertróficas são avermelhadas, firmes e estão relacionadas com o excesso de colágeno e a diminuição da ação da colagenase (MONTEIRO, 2017).

Influenciada pela acupuntura, o microagulhamento surgiu na França, em 1960, por meio da técnica denominada Nappage, a qual realizava pequenas incisões na pele para administração de fármacos com objetivo principal de rejuvenescimento facial. Após esse período, vários outros estudiosos utilizaram agulhas para tratamento de rugas finas e cicatrizes, como a técnica de subcision (LIMA, SOUZA, GRIGNOLI, 2015).

Foi Desmond Fernandes, o primeiro estudioso a desenvolver um equipamento cilíndrico (roller) cravejado de agulhas, em números variados (192 a 1074) e comprimentos que variam do 0,25 a 3mm de diâmetro para a realização da técnica de microagulhamento, ou também conhecida como terapia de indução de colágeno (TIPC). É um procedimento seguro e sem complicações e deve ser aplicado com firmeza. As agulhas perfuram o extrato córneo, sem que ocorra danos na epiderme, permitindo a liberação de fatores de crescimento que incentivarão a produção de colágenos e elastina na derme papilar (KALIL, 2015; LUZ, OLIVEIRA, 2017).

O roller induz, por meio de microlesões na pele, um processo inflamatório local, ao qual promove um aumento na proliferação celular da derme, principalmente de fibroblastos, contribuindo para o aumento do colágeno, elastina e outras substâncias do tecido e assim restituindo a integridade da pele (LUZ, OLIVEIRA, 2017).

O microagulhamento pode ser realizado com ou sem anestesia tópica e em movimentos de vaivém de 15 a 20 vezes na direção vertical, obliqua e horizontal, com uma pressão media em torno de 6N, proporcionando em torno de 250 orifícios/cm2 (SANTANA, et al, 2016). Quando aplicado corretamente, os resultados são percebidos após 2 a 3 meses, sendo necessário de 2 a 4 sessões com intervalo de 6 a 8 semanas para se obter uma melhora de 70 a 80% do quadro (LUZ, OLIVEIRA, 2017).

Várias são as contraindicações à técnica, dentre elas a presença de indivíduos com acne ativa; herpes labial; doenças de pele como eczema e psoríase; problemas na coagulação sanguínea ou que faça uso de medicamentos anticoagulante; rosácea; câncer de pele, verrugas e queratose actínica, pois as agulhas podem disseminar as células anormais. Indivíduos que usam aspirina, devem parar de consumi-la no mínimo de 3 ou 4 dias antes do procedimento (NAIR, ARORA, 2014).

O microagulhamento pode ser utilizado em todos os tipos de pele e até mesmo próximo aos olhos onde outras terapias são evitadas. Além disso, essa técnica pode ser combinada com outros métodos de tratamento, proporcionando maiores benefícios, como por exemplo associar o microagulhamento com fototerapia, subcisão, peeling químico, microdermoabrasão e lasers fracionados (COSTA, 2016).

Lima e Lima (2016) avaliaram a técnica de microagulhamento em 6 pacientes com cicatrizes de acne e relataram uma melhora subjetiva das lesões, principalmente em cicatrizes distensíveis, porém pouca diferença no aspecto das cicatrizes tipo icepicks.

Já Dogra, Yadav e Sarangal (2014) avaliaram a técnica de microagulhamento em cicatrizes de acne em peles asiáticas. O procedimento foi realizado em 36 indivíduos, sendo 10 do sexo masculino e 26 do sexo feminino com intervalos mensais a cada sessão. Após cinco sessões, notou-se uma melhora significativa nas lesões cicatriciais de acne (LIMA, SOUZA, GRIGNOLI, 2015).

Corroborando com esses achados Aust, Knobloch e Vogt (2010) avaliaram a eficácia da técnica isolada da indução de colágeno em estrias. O procedimento foi realizado em 22 mulheres, com duração de 30minutos e o acompanhamento realizado 6 meses após a intervenção. O resultado revelou uma melhora na aparência e textura geral da pele, porém não apresentou alteração na pigmentação. A biopsia obtida seis meses após o procedimento revelou um aumento do colágeno I e elastina, o colágeno II não teve alteração.

Kalil (2015) avaliou a técnica de microagulhamento e drugdelivery em pacientes com cicatrizes de acne. Foram selecionados 10 indivíduos portadores de cicatrizes de acne, ao qual realizaram 3 sessões de microagulhamento, com intervalos de um a dois meses, durante um ano. Todos os indivíduos apresentaram, na área tratada, uma diminuição do relevo e coloração das cicatrizes, bem como um aumento de hemoglobina na área estudada, porém nas cicatrizes profundas tipo ice picks não apresentaram melhora, sendo pouco eficaz neste tipo de cicatriz de acne.

Outro estudo relevante foi descrito por Evangelista (2013) onde avalia a eficácia da técnica de microagulhamento em cicatrizes atróficas de acne vulgar. Foram realizadas cinco sessões de microagulhamento com intervalo de 15 dias cada uma. Após o protocolo observou-se uma melhora significativa das cicatrizes, reduzindo sua profundidade e atenuando os orifícios dilatados.

Aust e cols (2008) realizaram um estudo onde analisaram 480 pacientes submetidos à TIPC, onde o objetivo era melhorar as cicatrizes e rugas. A maioria dos pacientes tinha somente um tratamento, e alguns tiveram até quatro. As 480 pessoas foram preparadas com cremes cosméticos tópicos de vitamina A e C por um período mínimo de quatro semanas antes (pré-operatório), e através do exame anatomopatológico foi identificado o aumento do colágeno. Em média os pacientes relataram uma melhora de 60 a 80%.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Baseado na metodologia utilizada acreditamos que os artigos científicos comprovam a indução de colágeno através da técnica de microagulhamento para uma melhora tanto nas cicatrizes de acne, como em diversos tratamentos estéticos. Também pode-se dizer que a associação do microagulhamentos com outros ativos promove um melhor resultado, além do baixo custo e a fácil aplicação comparada aos demais tratamentos que existem no mercado. No entanto, vale ressaltar aqui a necessidade de mais pesquisas sobre o tema.

REFERÊNCIAS

AUST, M. et al. Percutaneous collagen induction therapy for hand rejuvenation. Plastic Reconstructive Surgery, v. 126, n. 4, p. 203-204, 2010a. Disponível em: http://pdfs.journals.lww.com/plasreconsurg/2010/10000/Percutaneous_Collagen_Induction_Therapy_as_a_Novel.79.pdf. Acesso em: 20 set. 2017.

Aust M, Fernandes D, Kolokythas P, Kaplan HM, Vogt PM. Percutaneous Collagen Induction Therapy: an alternative Treatment for Scars, Wrinkles, and Skin Laxity. Plast Reconstr Surg. 2008;121(4):1421-9.

CORREA, F. F. B.; SILVA. R. C. Acne inimiga da pele. Jacarezinho: X Congresso de Educação do Norte Pioneiro. 2010. Anais… UENP – Universidade Estadual do Norte do Paraná – Centro de Ciências Humanas e da Educação e Centro de Letras Comunicação e Artes. 2010.

COSTA, A. F. R. Microagulhamento para tratamento da alopecia  androgenética masculina. Recife: Instituto de Ensino Superior e Pesquisa, 2016.

DEUSCHLE, K. Caracterização das lesões e tratamentos utilizados na acne. Rev. Interdisciplinar de ensino, pesquisa e extensão, 2015.

EVANGELISTA, M. M. O Uso do microagulhamento como tratamento de cicatriz de acne. Campo GrandePortal Educação, 2013.

Freitas,O. G.;Subcisão e microagulhamento: relato de dois casos.Surgical & Cosmetic Dermatology,  2016.

Kalil, C. L. P. V.; .et al.;Tratamento das cicatrizes de acne com a técnica de microagulhamento e drug delivery. Surgical & Cosmetic Dermatology, 2015.

LIMA, A. A.; SOUZA, T. H.; GRIGNOLI, L. C. E. Os benefícios do microagulhamento no tratamento das disfunções estéticas. Revista Científica da FHO|UNIARARAS v. 3, n. 1/2015.

LIMA, E. V. A.; LIMA, M. A.; TAKANO, D. Microagulhamento: estudo experimental e classificação da injúria provocada. Rio de JaneiroSurgical&CosmeticDermatology, 2013.

Lima e Lima Santana, Cândida Naira, do Nascimento Pereira, Daniele, Barbeito de Vasconcellos, Jaqueline, de Carvalho Lacerda, Vanessa, Nader Vasconcelos, Barbara, Microagulhamento no tratamento de cicatrizes atróficas de acne: série de casos. Surgical&CosmeticDermatology [enlinea] 2016, 8 ( ) : [Fecha de consulta: 23 de septiembre de 2017] Disponible en:<http://sociales.redalyc.org/articulo.oa?id=265549461009> ISSN 1984-5510

LUZ, M. R., OLIVEIRA, S. P. Tratamento com microagulhamento em estrias atróficas:galvanopuntura x dermaroler. Paraná, 2017.  http://tcconline.utp.br/media/tcc/2017/05/TRATAMENTO-COM-MICROAGULHAMENTO-EM-ESTRIAS-ATROFICAS.pdf

MONTEIRO, É. O. Cicatrizes de acne: opção de tratamento com radiofrequência. Editora M. Moreira Jr Editora RBM Revista Brasileira de Medicina, acesso em 2017. http://moreirajr.com.br/revistas.asp?id_materia=5174&fase=imprime

MONTEIRO, É. O. Tópicos sistêmicos  e outros tratamentos para acne. RBM rev. bras.med, 2011.

NAIR, P. A.; ARORA, T. H. Microneedling using dermaroller a menas of collagen induction therapy.Gujarat Medical Journal, 2014.

PRESTON, L.; MACEDO, O. Acne tem cura. São Paulo: Editora Globo, 2007.

RIBEIRO, C. Cosmetologia aplicada à dermoes-tética. 2. ed. São Paulo: Pharmabooks, 2010.

SANTANA, L.L.; et al.; (2016). Microagulhamento no tratamento de cicatrizes atróficas de acne: série de casos. Surgical&CosmeticDermatology, 2016. 

PAULA, Maria Carolina de [1], NASCIMENTO, Quézia Macedo [2], GRIGNOLI, Laura Cristina Marretto Esquisatto [3]

[1] Graduanda do Curso de Bacharelado em Estética – FHO/Uniararas

[2] Graduanda do Curso de Bacharelado em Estética – FHO/Uniararas

[3] Graduada em Fisioterapia pelo Centro Universitário Hermínio Ometo – FHO/Uniararas, Especialista em Fisioterapia Dermato-Funcional e Estética pelo Centro Universitário Hermínio Ometo – FHO/Uniararas. Mestranda em Ciências Biomédicas (stricto sensu), na linha de pesquisa em Mecanismos biológicos envolvidos na gênese de alterações fisiológicas pelo Centro Universitário Hermínio Ometo – FHO/Uniararas, Docente do Curso de Bacharelado em Estética do Centro Universitário Hermínio Ometo – FHO/Uniararas. Docente convidada do curso de Especialização em Dermato-Funcional e Estética; docente convidada do curso de Especialização em Estética Facial e Corporal do Centro Universitário Hermínio Ometo – FHO/Uniararas e docente convidada do curso de Especialização em Farmacologia Clínica e Atenção Farmacêutica do Centro Universitário Hermínio Ometo – FHO/Uniararas.

Harmonização facial da papada, pescoço e colo com microagulhamento

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